• Carlos Freire

    Muito bem explicado. O problema é saber se os gestores da empresa vão realmente aplicar corretamente os lucros no próprio negócio. Mas uma vez eu acho que podemos diversificar entre empresas que pagam os dividendos e as que reinvestem os lucros. Grato pelo envio do artigo. Carlos Freire

    • Perfeito Carlos, esse é o problema. Acho que o bom senso pode ser a resposta para esta questão.

      Abraço!

    • Leninha Cabral

      Vou concordar com você, o equilíbrio e bom senso contam muito!

  • Mauricio Carlos Dutra

    Eu acho que a finalidade do investimento numa empresa e ganhar dinheiro. Ou tambem…trabalhamos para ganhar um salario…para viver, para aproveitar esse dinheiro, nao?. Se nao temos retorno certo na mao (dividendo) …entao para que investir????? A melhor decisao e o equilibrio. Nem tudo dividendo nem tudo reinvestimento…os lucros tem que ser divididos. Depois e assunto do investidor reinvestir o lucro comprando mais accoes da empresa. Ela, a empresa, nao depende tanto assim dos lucros nao repartidos, pois tem fontes alternativas de obter recursos financeiros fora dela (se e que e tao bom o seu retorno….).Diz um ditado em espanhol: Mejor pajaro en mano que ciento volando (melhor tem um passaro preso na mao que cem voando sem ter certeza de pegar eles…). Finalmente um comentario. Nao sei como e o assunto na bolsa do Brasil ou nos USA, mas nao Espanha o valor do dividendo distribuido aos accionistas e automaticamente descontado do valor da cotaçao na bolsa…ABSURDO NE…?.
    Saludos desde Espanha
    Mauricio Carlos Dutra

  • Matumafa

    Para o acionista minoritário no Brasil penso que o melhor e receber dividendos. No caso do mestre Buffett que compra grandes participações e influi ate na gestão o caso e bem diferente

  • Paulo Del Aguila

    pra quem deseja investir no longo prazo é melhor pensar como Buffet.

    • Oi Paulo, penso que no mínimo vale a reflexão sobre o assunto.

      Afinal, o fato é que receber dividendos nem sempre é a melhor coisa do mundo.

      Abraço!

  • Bruno

    Na verdade Buffet argumenta que uma empresa que está bem consolidada não deve também inventar, nesse caso, focar em seu principal negócio e sim, distribuir os seus dividendos. Ele é particularmente contra a investida desmedida de alguns CEO’s e gestores de irem para caminhos desconhecidos unicamente com a filosofia vaga de “crescer”, o que ele chama de imperativo institucional, quando você se guia mais pelo que gestões fazem do que necessariamente o que deveria ser melhor para a sua empresa. Sendo assim, aplicar os lucros obtidos é interessante dependendo de onde estão sendo aplicados! E dessa forma, um simples dado de pay-out não nos diz nada no final das contas, devemos é além dos dados, lermos os relatórios e comunicados dos gestores para averiguarmos melhor essa situação.

    • Perfeita colocação Bruno!

      E obrigado pela participação…

      Abraço!

  • Ermindo Cecchetto Jr.

    Aos que defendem maior retenção dos lucros lembro que os recursos aplicados são do acionista e não da empresa. Nessas condições é uma tarefa idelegável deixar com terceiros a decisão de como gerir os seus recursos. Em outras palavras, a empresa que pague os dividendos e o acionista que decida o que fazer com eles, até reinvestir na própria empresa se assim julgar convenienter.

    • Sergio Pereira

      Segundo sua lógica não haveria razão para ser acionista de nenhuma empresa, uma vez que você acha que “é uma tarefa idelegável deixar com terceiros a decisão de como gerir os seus recursos”.
      O simples fato de ser acionista já implica, necessariamente, a admissão do fato de que a empresa escolhida seja capaz SIM de gerir melhor os seus recursos. Se assim não o fosse, você não investiria seu dinheiro na empresa.

      • Ermindo Cecchetto Jr.

        Deus te ouça meu amigo! No dia que eu tiver din din suficiente certamente vou montar uma BRF só para mim. Até lá fico com o Abílio. Fazer o que, né?

  • Sergio Pereira

    Concordo em termos. Depende muito do tipo de empresa. Empresas detentoras de monopólio com pouca ou nenhuma necessidade de novos investimentos (setor elétrico, por exemplo), empresas que já atingiram a “maturidade” (Souza Cruz, por exemplo), são exceções à regra.

    • Leninha Cabral

      Sua explicação faz todo sentido! Mas eu trabalho em empresa do setor elétrico e discordo do seu exemplo. A necessidade constante de expansão das linhas, aumento de carga, crescimento demográfico… Existe um aumento de demanda constante e sempre surgem novas tecnologias, novos equipamentos… E é um setor estratégico para o crescimento econômico dentro sua área de concessão. Sem energia, indústrias não conseguem operar. Portanto, setor elétrico deve acompanhar esse crescimento e isso exige investimento constante e, muitas vezes, alto.

  • fabio

    A discussão é boa… As empresas podem ser segmentadas considerando seu setor e seu momento, além do perfil do próprio investidor. Numa empresa que precisa de inovação constante, como as de tecnologia, ou que depende do R&D para lançar produtos, pode fazer sentido pagar menos dividendos. Já uma empresa estabelecida no mercado ou que esteja num setor menos dependente de pesquisa pode ter uma boa política de dividendos para fidelizar seus acionistas. Bancos e empresas de varejo são um bom exemplo deste caso. O investidor pode escolher um ou outro tipo, ou mesmo diversificar seu portfólio considerando essas características. Com um perfil, ele garante o dividendo ao longo do ano; com o outro perfil, ele se dá a chance de ser premiado com uma valorização gigante, fruto do salto tecnológico.

  • Morgana Artoriel

    André, comente um caso concreto como a política de distribuição de dividendos da Natura, que é considerada boa pagadora. Eles deveriam investir mais em pesquisa, por exemplo?

  • Fernanda Marroni

    Na verdade a lei não obriga a empresa a distribuir 25% do lucro em forma de dividendos. O que a lei determina é que o estatuto deve estabelecer o dividendo mínimo, em qualquer porcentagem, e, em casos omissos, os acionistas terão direito a metade do lucro da companhia, deduzidas as reservas legal e estatutária.

    Para ações preferenciais o direito a dividendos correspondentes ao mínimo de 25% do lucro do exercício é apenas uma das preferências. Outra delas é o direito a dividendos 10% superiores aos das ações ON, e nesse caso não há o limite mínimo de 25%.

    • Oi Fernanda, obrigado pela contribuição!
      Muito boa sua explicação.

      Um abraço!

      • Ethan Hunt

        André, gostei muito da sua palestra e vejo que tem muitas pessoas que realmente acreditam no que você diz e na sua conduta. Penso que o mínimo que você deveria fazer é corrigir o seu fórmula de lançamento passando as informações da maneira como a Fernanda colocou acima e assim atrair as pessoas da forma correta a acessarem o GuiaInvest.

    • Ethan Hunt

      Muito obrigado pela informação Fernanda! Realmente faz diferença saber quando tomar a decisão de investimento.

  • Paulo Ricardo Souza

    Efeito bola de neve.

  • Paulo Ricardo Souza

    Caro, Fogaça. Tem muitos sites de investimentos mais a pessoa que o conduz não tem boa fé nas sinceridade e verdade nas suas informações. Mas você é totalmente diferente você quer ensinar o País a saber realmente como investir e transformar a vida de cada cidadão neste país chamado “Brasil” você merece premio máximo da instituição financeira do País. Valeu!!!!!!

    • Paulo, muito obrigado pelas palavras! Fico super feliz de sabe disso. Espero continuar ajudando cada vez mais… Abraço!