• Edy

    Concordo, mas não existem sites que ensinem A. F. e livros são difíceis. Quem deveria promover – a Bolsa – não o faz. Nunca seremos como nos USA onde a maioria investe em ações.

    • Cleber Pinheiro

      Amigo, então te indico o livro do Anderson Luenders: investindo em small caps. Excelente para iniciantes em análise fundamentalista.
      E concordo e aplico da forma como disse o Carlos Ventura.

      • Oi Cleber, esse livro que você indicou é muito bom. Ensina bastante coisa legal sobre análise fundamentalista. Agradeço a contribuição. Um abraço!

      • Edy

        Eu comprei o do Debastiani, e não achei tão difícil. Vou ver esse. Grato

    • Oi Edy, obrigado pelo comentário.

      Você tem razão quando diz que existem poucos sites que focam em análise fundamentalista. Realmente, esta escola é pouco difundida já que não é atraente ($$$) para a indústria de serviços financeiros. Mas vejo que isso não é motivo para ignorar seus princípios, já que é o modelo utilizado pelos maiores investidores do mundo.

      Um abraço e sucesso!

  • carlos ventura

    Na minha humilde opinião acredito que cada escola tem o seu valor, uma pode complementar a outra…

    Primariamente utilizar o Value Investing para escolher as ações (análise fundamentalista ao meu ver leva vantagem na compra por diminuir os riscos quando se emprega margem de segurança em empresas sólidas e com bons históricos)

    Secundariamente utilizar a Análise Técnica para encontrar o momento de realizar o lucro ou “stopar” prejuízos (análise de gráfica ao meu ver é mais ágil na hora da venda e principalmente quado os agentes econômicos “esquecem” os fundamentos e passam a seguir estados psicológicos de pânico ou euforia.

    • Oi Carlos, obrigado pela contribuição!

    • Mota Fagundes

      ‘ou “stopar” prejuízos ‘ – O que isso tem a ver com análise fundamentalista?
      Um dos maiores ensinamentos é justamente o contrário: não sair vendendo porque teve prejuízos pontuais.

      Na AF, só sei quando a empresa não mostra mais bons fundamentos, o que não acontece repentinamente, só depois de vários balanços.

  • italo fucci

    Concordo com sua opinião !

  • Dilson

    Como qualquer forma de investimento, cada um tem seu grau de risco. Porém, acredito que quem quer fazer um bom negócio com bolsa e sem ter que se preocupar tanto com oscilações do mercado e gastando esse tempo com outros afazeres que também dão prazer, a análise fundamentalista lhe garante uma certa tranquilidade para que possa atuar em outras atividades importantes na vida. Vai de cada um.

    • Bem colocado, Dilson. Obrigado pela participação. Um abraço e sucesso!

  • Leandro Rodrigues

    Penso que varia de pessoa a pessoa. Mas no contexto q leio, me parece que a fundamentalista traz melhores resultados, tanto de pesquisas, quanto de investidores que destacaram na sua utilização.

    Penso também que deve ser bem estressante ficar analisando toda hora gráficos. Esse custo dinheiro nenhum paga… Não quero generalizar tampouco sou expert no assunto. Mas pelo q estudo, para mim, a análise fundamentalista é mais apropriada, principalmente pela paciência e redução dos custos de transação. Abs

    • Oi Leandro, obrigado pela contribuição! Um abraço.

  • Carlos Pacheco

    Após vários anos de investimento, cheguei à conclusão que ambas teem vantagens e desvantagens. Se a AF dá segurança de que estou comprando uma empresa sólida a AT, se bem entendida, te dá o momento certo de compra, em especial quando há um movimento muito grande de compra ou venda daquele papel. No entanto, nenhuma das duas resolve o que qualquer investidor deseja: é possível prever o futuro? Meus últimos exemplos são PETR e VALE.

    • Oi Carlos, obrigado pela contribuição. Um abraço e sucesso!

      • Carlos Pacheco

        Obrigado por sua atenção. Mas gostaria de sua critica sobre o que penso. Mesmo usando a teoria do Graham, que penso ser extremamente conservadora e, consequentemente, com menos riscos, acho que o prazo que o investidor tem para manter a aplicação é de extrema importância. Acho que para ter um mínimo de certeza de um retorno seguro é de 10 anos. Sem levar em conta os dividendos e o uso de derivativos. O que pensa?

    • Mota Fagundes

      Prever o futuro ninguém vai, mas se você ler os balanços (números, dados reais – nada de notícia de sites aí), vai ter uma grata surprese sobre o que foi acontecendo, aos poucos, e de maneira previsível, com essas empresas.

      Quantos relatórios já leu? Quantos podcasts das empresas assistiu? Quantos balanços você costuma estudar por ano? AF é isso, é estudar, senão vai ficar achando que é ‘prever o futuro’.

      PS: Vai uma dica. Invista em empresas. Parece óbvio, não? Mas uma das que você citou, é praticamente uma estatal. Estatal não é empresa, não visa lucro, não foca em crescer, e sim em servir ao estado.

      Por que você vai sequer iniciar seus investimentos em uma ’empresa’ que não visa lucro e crescimento?
      AF já elimina de cara essa opção, mas claro, se for se basear pelo que falam, pelo que tá na mídia…era uma ‘baita empresa e surpreendentemente ficou ruim, mimimi bolsa é imprevisível’.

      • Carlos Pacheco

        Vamos fatiar o boi: concordo que quando estamos comprando uma ação estamos comprando uma empresa. Mas o futuro desta empresa deve ser avaliado quase que diariamente. Não basta estudar as Demonstrações Financeiras, participar dos podcasts, é fundamental acompanhar o dia a dia da mesma, seu mercado consumidor, sua divida e o indexador desta. Os balanços refletem a situação na data daquela empresa com dados do passado. Discordo também que PETR, por ser estatal, não visa lucro. O fato de ser estatal dificulta sua gestão, que “necessita” atender à politica de controlador, mas este também necessita dos dividendos gerados, que irão compor seu resultado primário. Para não me alongar, vou citar uma ação com a qual perdi muito $$$ e que dá sustentação à minha tese: ETER3. Porque o meu prejuízo? Havia uma lei do estado de SP, que proibia o uso de amianto na fabricação de telhas, a empresa recorreu à justiça e em uma “bela” noite muitos anos depois-após o fechamento da bolsa- o STF confirmou a constitucionalidade da lei e a ação já abriu no dia seguinte com um preço 30% abaixo do fechamento do dia anterior. Na bonança 2002-2008, eu ganhei e todos que aplicaram nas ações que citei ganharam bastante. A maioria, acredito sem grandes estudos sobre as mesmas.

        • Carlos Aleixo

          Boa tarde, ainda não invisto na bolsa. Para proteger nossos investimentos desta desvalorização de 30% da ETER3 e das muitas perdas que houve em 2015, Seja qual for o motivo. Não tem uma ferramenta que limita estas perdas??
          Ex: se uma determinada ação cai 10, 15 ou 20% seja enviada uma ordem de venda??? ou se ela chegar a um valor X seja dada ordem de venda???

          • Oi Carlos, tudo bem?:

            Existe sim e se chama “stop loss”. Na prática é uma ordem pré definida que você coloca para se executada se o preço cair até determinado valor.

  • Victória

    Claro, as duas análises possuem seus prós e contras. Entretanto, acredito que a estratégia seria utilizar as duas como complementares. Você entende o contexto da empresa e como ele pode vir a crescer ou não, ao mesmo tempo que você faz análises embasadas em seus histórico, levando em conta algo mais ‘exato’. Gráficos podem dizer muitas coisas, mas sem um contexto atrelado a ele, realmente pode ser que não tenha sentido. Por isso acredito que as duas trabalhem melhor juntas, apesar de conhecer pouco sobre.

    • Oi Victoria, agradeço sua participação. Um abraço!

  • Caê El Cuervo

    A impressão que tenho é que uma complementa a outra e ajuda a investir em empresas com bons fundamentos QUANDO os gráficos indicam isso (comprar próximo a um “fundo”) e a deixar de investir quando os gráficos indicam risco de grandes quedas… Mas tudo isso num limite de tempo mais longo.
    Mesmo no caso de empresas com bons fundamentos a pior opção é comprar no “topo” e vender no “fundo”, e acompanhar o mercado é fundamental mesmo no longo prazo (vide o péssimo negócio que foi comprar Petrobras no repique após a crise de 2008/2009 para aqueles que assim fizeram).

    • Oi Caê, muito obrigado pela contribuição. Um abraço!

  • Diogo

    Seguindo a opinião da maioria, creio que ambas são complementares. Para uma carteira de ações saudável você deve mesclar as estratégias e analisar tanto o momento (análise técnica) quanto a consistência (análise fundamentalista) de uma companhia na hora de investir. Isso vai ajudar tanto no momento de escolha quanto da saída de uma ação.

  • Ronaldo Silva

    Difícil é encontrar uma empresa no bovespa pra investir pensando em analise fundamentalista. Difícil também é entender a analise técnica, quem tem informações( insider) que levam vantagem, e pra investir com analise técnica necessita de tempo pra ficar acompanhando hora hora o pregão para atuar como trader.

    • Oi Ronaldo, obrigado pela participação. Eu acredito que usando a abordagem correta, é possível sim identificar ótimas oportunidades na Bolsa brasileira através da análise fundamentalista. Para isso, basta ter disciplina e determinação, como qualquer coisa importante em nossas vidas. Um abraço!

    • Rodolfo Duarte Alves

      Ronaldo essa é a diferença de Análise Técnica e Análise Fundamentalista.
      Análise Fundamentalista é para quem busca investir no longo prazo, para quem tem paciência e principalmente planos concretos e não vai ficar querendo vender ação o tempo inteiro. A Bolsa tem boas empresas para investir, o problema é que o nosso cenário econômico é muito caótico e isso nos leva a crer que uma empresa pode quebrar do dia para a noite, fora o fato dos jornais sempre darem muito valor as mesmas Blue Chips, isso limita muito nossa visão.

      Análise Técnica é algo para quem gosta do GAME, de estar ali o dia inteiro comprando e vendendo, a AT é basicamente para tentar o spread máximo entre a compra e a venda, sem olhar valor intrínseco e qualquer outra coisa, AT só leva em conta preço de compra e preço alvo de venda, AT só avalia a valorização do papel e mais nada. A dificuldade da AT se porque há vários modos de operar, vários gráficos de analisar, vários plugins e isso confunde muito. Mas a AT não é nada mais do que a busca por padrões de compra e venda.

    • Mota Fagundes

      No Brasil, realmente poucas pessoas usam AF, pra brasileiro, bolsa é sinônimo de jogo, cassino, ‘dar a sorte’ e ficar rico. Em muitos países aí, a gigantesca maior parte da população investe em bolsa, em boas empresas, focando em aposentadoria

  • Rodolfo Duarte Alves

    Ao contrário do que muitos estão dizendo, para mim as duas visões não devem ser utilizadas juntas e não são complementares.
    Análise Técnica é eficiente no Day Trade, tentar transportar esse conceito para o Value Investing é furada. O que percebi nos comentários é que muitas pessoas entram nas operações de Vallue Investing já esperando a hora de saírem, o que para mim é um erro. Se você tem uma estratégia de longo prazo essa estratégia deve ser seguida e você não deve ficar acompanhando suas ações diariamente, não deve ficar caçando pontos de venda, deve apenas seguir o seu planejamento, que se bem elaborado já prevê eventuais perdas.
    Se você vive caçando a melhor hora de vender uma ação ou você é um Day Trader ou Swing Trader, para tais casos a AT é muito boa principalmente no Day Trade, onde a AF pouco importa, tendo em vista que os melhores papeis para operar hoje, VALE e PETR estão com fundamentos deteriorados, tudo isso devido a liquidez dos mesmo. E para o Day Traders ainda há Análise do Fluxo de Ordens, que muitos consideram ser melhor do que a AT.
    Enfim, acho que a galera tá sabendo o que é Value Investing, mas não está compreendendo a alma do negócio.

  • Cesar Martins de Paula

    Acho que o perfil do investidor é maior diferencial na hora de se optar entre uma e outra escola. Ambas teem virtudes; e defeitos também! Vi muito de preconceito no post, tais como dizer que a AT visa “prever” futuros movimentos – o que se busca é tentar antecipar tendências; ou que só se usa AT para pequenos períodos (acaso não existem os swimg traders, position traders etc?). Realmente, a AT é exercida, na sua maioria, freneticamente tal como em um cassino. Isto afeta o emocional que, para mim, é o grande responsável pelos fracassos neste tipo de atuação de curto prazo. Come-se como passarinho e defeca-se como elefante, devido aos medos de perder dinheiro e de deixar dinheiro na pedra… Quanto ao tempo exíguo dos trades na AT, se você tiver capacidade de alcançar ganhos curtos baseados em metas e controle de risco, qual é o problema?

    Já a AF tem a qualidade de proporcionar tranquilidade (emocional) ao investidor, conquanto não precise “vigiar” suas aplicações tão de perto. Porém, há alguns pontos um tanto contraditórios nesta escola. O objetivo é ganhar dinheiro ou acumular patrimônio? E, quando usufruir deste? Dizem que Buffet ainda mora na primeira casa que comprou ainda nos anos ’50 por alguns milhares de dólares… Para que ganhar tamanha fortuna se não é para “mexer” nela? Ele deve ser um tremendo “mão de vaca”… Em um mercado tão robusto como o americano e o tempo de atuação acumulado, dá prá juntar dinheiro mesmo né.

    Ambas lidam com especulação, sim!, ao contrário do que foi dito. O mercado é de renda variável para todos. Lembremos que, há pouco tempo atrás, algumas blue chips incontestáveis (estatais ou não) começaram a derreter, algumas, parece, de forma irreversível… E quem entrou e manteve esses papéis baseados na AF? Quem quer apenas investir de forma conservadora, deve procurar a renda fixa, atualmente os títulos do governo estão bem atraentes, podendo dobrar o capital a cada de 5 anos.

    Por fim, considero interessante uma mescla bem calculada entre as duas formas de análise. Nem tanto à terra, nem tanto ao mar!!!

    • Cleber Souza

      não fale mal do mestre Warren Buffet, rs… p descontrair rs