• Paulo Russomanno

    Para se investir em ETF, é pre requisito analisar com cuidado a composição da cateira. ETF que pegam todas as ações de um setor indistintamente, como por exemplo o de samll caps mencionado por voce, tem uma grande probabilidade de trazer resultaods mediocres. Seletividade é fundamental quando se investe em ações ou em ETF. Os ETF setoriais brasileiros em geral são fracos e um investidor estrá melhor escolhendo umas poucas ações de cada setor, como que, criando um ETF hipotetico de melhor potencial de ganhos.

  • Ricardo

    ETF no Brasil tem pouca liquidez, exceto o BOVA11. Ou seja, na hora de vender vai ter que muita paciência. E o BOVA11 tem empresas tipo Petrobrás que, ninguém que não queira especular na veia, compraria em circunstâncias normais.

  • Gregorio

    O melhor argumento contra os ETFs é a questão tributária. De fato, 15% sobre os ganhos é uma facada.
    No entanto, é uma ilusão pensar que um investidor comum pode montar uma carteira que vá bater um BOVA11 ou PIBB11 *consistentemente e por vários anos* com base em uma “análise de valor” baseada em múltiplos e “previsões” (?) de lucros ou dividendos futuros. O próprio Graham diz em “The Intelligent Investor”: “The majority of investors should be satisfied with the reasonably good return from a defensive portfolio.” (“A maioria dos investidores deveria se satisfazer com os resultados razoavelmente bons de um portfolio defensivo”). Ou seja, um ETF de um índice amplo ou, talvez melhor, uma carteira própria que replique o índice (por conta da questão tributária).
    PS – Aí quem não gosta de PETR4, faz seu próprio índice “IBOV-PETR4”; 🙂

    • Danilo Marvel

      mas se voce lucra 15 por cento nas acoes voce tambem tem que pagar 15 por cento do mesmo jeito.. qual a diferenca????

  • Bruno

    Investir em ETF é péssimo para qualquer investidor. Se o cara não tem tempo de analisar empresas e escolher onde aplicar seu dinheiro, NÃO INVISTA EM AÇÕES. Não quer se preocupar, aplique em renda fixa, TD, poupança, qualquer coisa fixa, mas não o variável.

    IBOV é o pior índice que existe e qualquer pequeno investidor que analise basicamente as empresas, consegue montar algo que renda mais que Ibov pois não aplica no monte de lixo que compõe o índice. Rendimento do índice Ibov perde para rendimento de RF no Brasil no longo prazo. Então, se você, pequeno investidor não pode ou não quer acompanhar o mercado de ações, NÃO INVISTA EM ETF.

    Quando houver liquidez em outros ETFs, a análise pode mudar, mas os dois existentes na atualidade só servem para dar dinheiro ao administrador do fundo.

  • Ricardo Ribeiro da Silva

    O problema de ETF no Brasil é a liquidez. Principalmente no mercado fracionário, que é o meu caso, pois tenho pouca disponibilidade mensal para fazer compras, e nunca vendo nada da minha carteira, pois minha visão é de longuíssimo prazo. Há meses estou tentando comprar MATB11, GOVE11, ISUS11, BBSD11 e XBOV11 no fracionário, e não aparece ninguém pra vender!

    • Tem razão, Ricardo. A liquidez ainda é um problema com as ETFs aqui no Brasil. Abraço!

  • Reinaldo

    André, uma dúvida que tenho sobre as ETF´s que não vejo ninguém citando também. Fala-se sobre se manter altamente diversificado com uma única corretagem vamos dizer assim, correto? Mas e para o fundo se realocar todo mês de acordo com o índice, ele não tem que fazer vários compras/vendas/recompras? Enfim, quem paga essas corretagens?? Está tudo embutido na taxa de administração de 0,54% aa no caso do Bova11, por exemplo ou há algum gasto a parte por parte dos cotistas??

    • Oi Reinaldo, não tem custo adicional para o cotista. O que acontece é que este custo acaba sendo diluído entre todos os cotistas, e por isso se torna irrisório para o investidor. Um abraço!

  • malanar11

    Finalmente um texto sobre ETFs que eu concordo. Não adianta ir com muita sede ao pote, se as taxas forem acabar com sua rentabilidade, aplique na renda fixa ou tesouro e aproveita o tempo pra estudar o tema. No final vai ser muito melhor. Só lembrando que o ibov caiu de 2009 até início de 2016.