• Rainê Borges

    Excelente artigo.

  • Legal, André! Muito bom artigo. Gosto muito da diferença entre Focar em Economizar x Focar em Ganhar Mais. Realmente, quando se está preocupado somente em economizar, pode dar certo, e até alcançar bons resultados.

    Mas quando focamos em ganhar mais dinheiro, aliando ao foco em economizar, conseguimos alavancar nossa construção de patrimônio, e atingir objetivos maiores, em tempos menores.

    Parabéns pelo artigo! Grande Abraço,

    Davi Augusto – http://www.receitafinanceira.com

  • Marco Antonio

    Bom mesmo!!! Valeu!

  • Liliane

    “Se você é um gastador compulsivo, comece a fazer compras de ativos.
    Torne-se interessado em investir, e em seguida, procure pechinchas no
    mercado de ações, em vez de sapatos e eletrônicos.” Excelente!!! Sou gastadora e tenho procurado dicas para mudar isso para conseguir poupar e enriquecer. Obrigado por compartilhar a melhor dica que encontrei.

  • Evani Rodrigues

    Fascinante André! Comprar ativos , pechinchar no mercado de ações em vez de gastar o dinheiro em sapatos e eletrônicos… Dica maravilhosa. Obrigada!!!

  • carlos ventura

    Muito bom

  • Fábio Moraes

    Simplesmente o melhor artigo sobre comportamento de pessoas de sucesso que já li. Parabéns!

  • Diogo

    Através das atitudes você consegue determinar o rumo da sua vida. E este artigo tem o sentido de direcioná-lo ao rumo certo. Muito bom, parabéns!

  • Carlos Bittencourt

    texto muito útil, apesar de ser “mais do mesmo”…

  • Jussara Vilaca

    Artigo simples, objetivo e excelente!

  • Marcelo Tomache

    Ótimo artigo, muito bom para elucidar a diferença de comportamento financeiro entre pobres e ricos… Digo pobres, pois não tem como ficar floreando a situação econômica de mais de 70% da população brasileira.

    M.Tomache – http://www.gerandomilionarios.com.br – Educação Financeira para todos

  • Mhariana

    Artigo fantástico, conteúdo rico e que me ajudou a ficar mais atenta. Mais uma vez parabéns André.

  • Lucas D Brase

    Olá, muito bom o conteúdo. Mais identifiquei um erro de ordem de palavras e consequentemente falta de concordância, pouco antes do título “RESUMINDO”, no final do parágrafo anterior. Releia essa parte essa parte e perceba…

  • Luciano Vargas

    Olá André. Atuo como Gestor para o Governo Federal, e desejo muito abrir uma consultoria. Venho me preparando, e considero inclusive abandonar o governo para atuar livremente no mercado. Quando li seu texto, me identifiquei com vários pontos, mas principalmente a questão de romper com a “segurança”. Acredito que você conseguiu sintetizar o pensamento de uma nova geração de investidores, que irá valorizar mais as recompensas e priorizar os resultados, já que a época em que o governo passava segurança está encerrada.

  • Lucio Junes Lemes Da Silva Junes

    Excelente artigo. Parabéns!

  • Hi

    Não entendo qual o valor de se pintar a classe média como ruim para passar a ideia que ser rico é uma questão de mudança de comportamento. Aliás sempre desconfio de qualquer artigo querendo passar a fórmula da riqueza em poucos parágrafos justamente porque não existe uma. Riqueza é sorte, insistência e trabalho duro.

    • O artigo traz várias dicas de pessoas que atingiram o sucesso e compartilharam a visão que elas têm sobre finanças.

      Certamente existem fatos que são uma verdadeira pancada para as pessoas que compartilham as crenças e visão de mundo da classe média.

      Se você realmente deseja ter uma situação financeira melhor, por que não aprender com quem teve sucesso ao invés de ser reativo à isso? – o que provavelmente não vai te acrescentar muita coisa.

      Espero ter te ajudado de alguma forma.

      Abraços,
      Rodrigo

      • Hi

        Dicas e formulas são coisas pra gente preguiçosa. Pior ainda são os charlatões que inventam essas bobagens pra vender serviços inúteis ou livros inócuos. Se vc quiser quiser ficar rico seja disciplinado, persistente e original. Pra cada uma dessas dicas inúteis existem milhões de pessoas de sucesso financeiro que não a seguiram.

  • Carlos Eduardo Merlo

    Pra mim essa pesquisa só mostra que o ser humano precisa ser o mais desprezível possível para se tornar rico! Precisa passar por cima de outrem para ser melhor! Precisa de obter vantagens sobre a exploração da mão-de-obra para acumular riqueza que não lhe trará nada mais nada menos que solidão! Bela bosta!

    • Eu também já tive essa visão sobre as pessoas que ganham muito dinheiro.

      Porém cheguei à conclusão que isso não é bem verdade. Veja o exemplo do André: Quanto mais pessoas ele ajudar por meio de educação financeira e Investimentos, mais sucesso ele vai ter. Garanto que ele não precisou pisar em cima de ninguém pra chegar onde chegou.

      O dinheiro não é “do mal”.
      Dinheiro é um recurso, uma moeda de troca.

      Existem pessoas boas e pessoas ruins. O dinheiro apenas cataliza o poder de ação delas.

      Existem ricos “porcos e miseráveis” que passam por cima de outras pessoas como também existem ricos que promovem o bem pra milhões de pessoas.

      Abraços

      • excelente resposta. de quem pensa fora da caixa. parabens.

      • Edy Tonel

        É verdade Rodrigo.

  • Diego Verly Carvalho

    Muita gente não entende o teor do assunto e espera uma fórmula mágica ou passo a passo, mas na verdade a transformação começa primeiro na mentalidade e depois nos resultados. Não é uma questão de discriminar a classe média, mas mostrar que as possibilidades de sucesso são tangíveis a qualquer um que, com inteligência e estudo, se dispõe a sacrificar o “conforto” para alcançar os objetivos.

  • Tico Sánchez

    E essa pesquisa tem um ridículo viés de amostra: ela parte do que se observa nos ricos, em completa desconsideração sobre quantos outros se encaixam nas mesmas características e nunca chegam a ser ricos – não têm sua história de insucesso repassada nem seus hábitos rastreados.

    Essa obsessão com amontoar dinheiro sem necessariamente favorecer o mundo com alguma coisa de verdade, sem questionar esse sistema com as perguntas certas, com perguntas fundamentais valentes, é quase patológico. Olhem direito para tudo isso: é “jeitinho”. Não há de verdade um brilhantismo respectivo à dinheirama que se faz com “jeitinho”. Quando se tem sorte de ser recompensado como se espera, essa recompensa é desproporcional à qualquer mérito ou necessidade. O dinheiro vem mais ainda só porque já está lá, e isso cresce em escala exponencial. É uma aberração um trabalhador receber duzentas vezes mais que outro trabalhador. Não há pretexto para isso, o nome disso é aberração sim. É jeitinho. É legal na perspectiva da lei.

    Numa era tecnológica ninguém tinha que trabalhar tanto. O próprio dinheiro nos onera mais com a sua burocracia do que os próprios trabalhos que fazem o mundo funcionar de verdade: revendedores, corretores, contadores, operadores de caixa, profissionais white-collar, publicidade, telemarketing, setores jurídicos… as grandes cidades estão apinhadas de prédios comerciais onde milhões de pessoas enfrentam congestionamento e sofrem de estresse para trabalhar 40 horas por semana para literalmente colocar nada no mundo de interesse para um consumidor final.

    Empregos são para máquinas. A qualidade de vida deveria ser abundante nos limites do que a tecnologia pode proporcionar, e não pautada sob um estratégico equilíbrio de oferta e demanda que determina que abundância é impensável e distribuir coisas de graça é um suicídio. Deveríamos estar aqui desafiando as regras do jogo, sacudindo os pilares da Terra e discutindo o fim do dinheiro (e com ele todo trabalho urbano burocrático) em um mundo de abundância tecnológica em que ter as coisas de graça não é “favor”, mas direito.

    Mas é impossível falar sobre Economia Baseada em Recursos ou qualquer coisa que desafie o sistema de mercado sem que te sugiram ir pra Cuba, te esfreguem na cara os fracassos da Venezuela e te acusem de apologista dos crimes do Stalin.

  • gisele2015

    Muito bom! Ainda não sou rica, mas tenho aprendido nos últimos anos a pensar de forma rica, e principalmente a identificar o que nos escraviza e endivida financeiramente. A grande maioria não sabe lidar com o dinheiro. Já vi na tv muitas histórias de multimilionários. Muitos deles chegaram a perder tudo e reconstruiram ainda mais, porque sempre tem a mentalidade e a referência da riqueza. A maioria, se tiver uma certa quantia, em pouco tempo não terá mais nada.

  • Criis Andrade

    Parabéns pelo artigo André. Ótimo lhe acompanhar!

  • Paulinho Rosenbaum

    Da extrema adversidade quando morava no exterior criei um brand novo quer agora cresce cada vez mais: O TROPICASHER> quer saber mais? acesse http://www.youtube.com/tropicasher e veja nossa entrevista no Jô.